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Formacao Acao PME COVID 19

AIRO / Formacao Acao PME COVID 19

Projeto Conjunto Formação-Ação

1 – O PROJETO FORMAÇÃO-AÇÃO

1.1 – Características Gerais do Projeto

AIRO – Associação Empresarial da Região Oeste, dando cumprimento à sua missão de defender o setor empresarial que representa, promover o seu desenvolvimento e progresso e dotá-lo de meios que possibilitem responder aos desafios que se colocam, irá desenvolver, durante os anos de 2019 e 2020, um projeto de formação-ação denominado “Formação PME”, o qual tem como Organismo Intermédio o AEP – Associação Empresarial de Portugal / CCI – Câmara de Comércio e Indústria.

Este projeto, financiado pelo Fundo Social Europeu através do COMPETE 2020, colocará à disposição de 24 PME, rigorosamente selecionadas, consultores e formadores especializados em áreas que contribuam para a implementação de processos de qualificação e respostas formativas nas seguintes áreas temáticas:

  • Economia Digital:

Nesta temática, onde serão aceites a participação de 12 PME, pretende-se:

– Desenvolvimento de redes modernas de distribuição e colocação de bens e serviços no mercado;

-Criação e/ou adequação dos modelos de negócios com vista à inserção da PME na economia digital;

– Presença na web;

– Introdução de sistemas de informação aplicados a novos métodos de distribuição e logística;

– Fusão de tecnologias e pela integração de sistemas físicos e digitais;

– Utilização de ferramentas sofisticadas de marketing para ampliação da presença no mercado.

 

  • Gestão da Inovação:

Nesta temática, onde serão aceites a participação de 12 PME, pretende-se:

– Introdução de novos métodos ou novas filosofias de organização do trabalho;

-Aplicação de métodos de estímulo à criatividade;

– Atividades de design thinking;

– Construção de planos de inovação;

– Projetos de desenvolvimento de novos produtos/serviços/projetos empresariais;

– Fomento do intraempreendedorismo;

– Estímulo à cooperação interempresarial;

– Redesenho e melhorias de layout; ações de benchmarking.

  • Pretende-se alcançar o desenvolvimento e implementação de soluções novas e/ou de soluções melhoradas ao nível de processos, produtos, serviços, organização ou marketing; ganhos de competitividade, desempenho e conhecimento; reforço das capacidades de gestão, estudos e projetos; a concretização de inovação organizacional por via da aplicação de um novo método organizacional na prática do negócio ou na organização do local de trabalho.

Cada PME beneficiária do presente projeto participará numa das temáticas identificadas e beneficiará de:

  • Elaboração de um Diagnóstico de Necessidades que identifique os principais problemas e/ou oportunidades de melhoria na respetiva temática;
  • Elaboração de um Plano de Ação que defina as ações de consultoria e de formação profissional, que colmatem os problemas e potenciem as oportunidades identificadas em diagnóstico;
  • Apoio na Implementação das ações definidas no Plano de Ação. Este apoio dividir-se-á em consultoria individualizada e formação profissional em sala;
  • Por último, será efetuada uma Avaliação de Desempenho, identificando-se as ações e os objetivos inicialmente previstos para cada empresa participante e o que foi efetivamente conseguido durante o projeto, justificando-se eventuais desvios verificados.

Público Alvo

Neste projeto poderão participar micro, pequenas e médias empresas pertencentes a todas as secções da CAE (Classificação Portuguesa de Atividades Económicas – CAE, revista pelo Decreto-Lei n.º 381/2007, de 14 de novembro), com as seguintes exceções:

  • As secções que incidam nas seguintes atividades:
  1. a) Financeiras e de seguros;
  2. b) Defesa; e
  3. c) Lotarias e outros jogos de aposta.
  • Estão ainda excluídos deste projeto as PME que incidam nas seguintes atividades:
  1. a) Secção A – divisões 01;
  2. b) Secção H – divisão 53;
  3. c) Secção O – divisão 84;
  4. d) Secção R – divisão 92;
  5. e) Secção S – divisão 94;
  6. f) Secção T – divisões 97 e 98;
  7. g) Secção U – divisão 99.

As PME participantes no presente projeto deverão estar localizadas nos seguintes concelhos:

  • Alcobaça; Bombarral; Cadaval; Caldas da Rainha; Lourinhã; Nazaré; Óbidos; Peniche; Rio Maior; Alenquer; Arruda dos Vinhos; Sobral de Monte Agraço; Torres Vedras; Rio Maior

1.2 – Métodos de Organização (Consultoria e Formação)

Em termos organizativos, toda a calendarização dos trabalhos (consultoria e formação em sala), serão ajustadas às necessidades das empresas/empresários, sabendo que:

  • A consultoria será realizada nas instalações da empresa participante, em dias e horário a combinar com o empresário;
  • As turmas da formação em sala terão de ter no mínimo 6 formandos. Por esse motivo, quando uma PME não tiver 6 colaboradores para frequentar a formação em sala, ter-se-á de juntar com colaboradores de outras empresas participantes (formação inter-empresas).
VALORES POR TEMÁTICA
Tipologia N.º Horas Formação N.º Horas Consultoria N.º Trabalhadores a Abranger por Empresa
Formação Intra Formação Inter Consultoria
Micro 75 100 Mínimo de 6 Média de 3 Média de 3
Pequena 80 120
Média 100 150

A formação em sala será ministrada em módulos de 25 horas.

Toda a formação frequentada ao abrigo do presente projeto poderá contar para as 40 horas de formação obrigatórias no código do trabalho.

2 – CRITÉRIOS DE ELEGIBILIDADE DOS PARTICIPANTES

As empresas participantes no projeto “Formação PME” têm de cumprir cumulativamente os seguintes critérios:

  • Cumprir as condições necessárias para o exercício da atividade, incluindo o licenciamento;
  • Nunca ter participado em projetos de formação-ação no presente quadro comunitário de apoio (Portugal 2020);
  • Dispor de contabilidade organizada nos termos da legislação aplicável, com as especificações a seguir indicadas;
  • Para as PME que se constituem como Empresários em Nome Individual (com registo de NIF individual), no cumprimento da legislação aplicável em matéria de contabilidade simplificada, não reunindo desta forma os requisitos para aferição da situação líquida nos termos fixados na alínea a) do n.º 1 do Anexo F do RECI, na sua atual redação, estabelece-se para aferição da capacidade de financiamento da operação o cumprimento da seguinte condição: o somatório de 15% das vendas de produtos e 75% das prestações de serviços seja igual ou superior ao valor do investimento total que cabe à PME no projeto;
  • Para as PME que se constituíram como Empresários em Nome Individual (com registo de NIF Individual) há menos de um ano, por referência à data de adesão ao projeto, não reunindo desta forma os requisitos para aferição dos capitais próprios nos termos fixados no n.º 4 Anexo F do RECI, na sua atual redação, é estabelecido para aferição da capacidade de financiamento da operação a seguinte condição: o volume de negócios (vendas e prestação de serviços) expectável a realizar no ano (recolhido na declaração de início de atividade) seja igual ou superior a 20% da despesa elegível da sua participação no projeto. Não sendo admissíveis como Empresários em Nome Individual que não declaram volume de negócios ou que o declaram em valor sem expressão compatível com o custo da sua intervenção no âmbito do projeto;
  • Manter a situação tributária e contributiva regularizada perante a administração fiscal e a segurança social;
  • Apresentar situação líquida positiva (Capitais Próprios positivos), incluindo o ano pré-projeto (2018);
  • Declarar que não tem salários em atraso;
  • Não ser uma empresa em dificuldade, de acordo com a definição prevista no artigo 2º do Regulamento (UE) n.º 651/2014;
  • Não deter nem ter detido capital numa percentagem superior a 50%, por si ou pelo seu cônjuge, não separado de pessoas e bens, ou pelos seus ascendentes e descendentes até ao 1º grau, bem como por aquele que consigo viva em condições análogas à dos cônjuges, em empresa que não tenha cumprido notificação para devolução de apoios num âmbito de uma operação apoiada por fundos europeus;
  • Não se tratar de uma empresa sujeita a uma injunção de recuperação, ainda pendente, na sequência de uma decisão anterior da Comissão que declara um auxílio ilegal e incomportável com o mercado interno, conforme previsto na alínea a) do n.º 4 do artigo 1º do Regulamento (UE) n.º 651/2014;
  • Possuir certificado PME;
  • Estar registada no Balcão 2020;
  • Reúnam as condições para aceder a apoios de minimis. Considera-se auxílios de minimis aqueles que, expresso em termos de subvenção, durante um período de três exercícios financeiros não exceda 200.000 € de auxílios a uma empresa única.

NOTA:

O presente projeto deverá, preferencialmente, ser constituído por PME com a seguinte dimensão:

Temática: Economia Digital:

Microempresas = 4

Penas Empresas = 5

Médias Empresas = 3

Temática: Gestão da Inovação:

Microempresas = 3

Penas Empresas = 6

Médias Empresas = 3

De salientar que as microempresas só podem fazer formação intraempresa no caso de terem 6 ou mais colaboradores que possam constituir uma turma.

 Apenas 25% das empresas participantes podem ser repetentes na participação em projetos de formação-ação no atual quadro comunitário de apoio.

 

Inscrição

 

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Formação Ação COVID-19

Consultoria e Formação especializada para a subsistência ao período do Covid-19 e fortalecimento do negócio para o ajuste aos novos comportamentos e oportunidades.

Na sequência da situação extraordinário que as PME enfrentam, motivada pelo Coronavírus (COVID-19) e pelas medidas de contenção que têm sido aplicadas pelo Governo português, as quais têm exigido um esforço enorme por parte do tecido empresarial, o que requer uma ação imediata.

A Associação Empresarial da Região do Oeste em conjunto com a Consulset identificaram as principais preocupações e seus impactos nos negócios locais.

 

Negócios Fechados

  • Alguns fecharam, acumulando dividas, em risco de fecho permanente;
  • Desconhecimento de como fazer planos de tesouraria e negociação de dívidas.

 

Aceder aos fundos de apoios

  • Desapoiados e com dificuldades para entender como aceder aos apoios concedidos pelo Governo Português.

 

Alteração dos hábitos dos consumidores

  • A procura irá alterar, dando origem a novos hábitos de consumo;
  • Ajustamentos inevitáveis;
  • Oportunidades Emergentes.

 

Dificuldades em ajustamento à digitalização

  • Alguns entenderam a digitalização como solução, mas sem saberem operacionalizar e otimizar os processos.

 

Sem estratégia para o pós COVID

  • A maioria focada em sobreviver no atual, sem qualquer planeamento ou estratégia para o momento pós Covid-19;
  • Flexibilização do posto de trabalho pela via digital (teletrabalho);
  • Gaps nos mercados – Muitas empresas não conseguirão sobreviver;
  • Alteração da procura;
  • Sobrevivência exigirá ajustamento.

 

A SOLUÇÃO

Consultoria e formação especializada para a subsistência ao período do COVID-19 e fortalecimento do negócio para o ajuste aos novos comportamentos e oportunidades.

  1. IMPLEMENTAÇÃO DE MEDIDAS URGENTES PARA A SUA SOBREVIVÊNCIA NO IMEDIATO AO IMPACTO DO COVID-19
  2. IMPLEMENTAR NOVOS SERVIÇOS PARA
  3. ADAPTAÇÃO AOS NOVOS COMPORTAMENTOS DE CONSUMO APOIO PERMANENTE AO EMPRESÁRIO

 

1 – Medidas urgentes para a sua sobrevivência no imediato

As principais medidas de nível 1 que têm sido procuradas junto da equipa de consultores/formadores do nosso projeto formação-ação, são:

  • Identificação dos apoios financeiros disponibilizados e ajuda na formalização dos respectivos pedidos;
  • Elaboração e implementação de planos de redução de custos para fazerem face às dificuldades atuais de tesouraria;
  • Elaborar planos de contingência para o funcionamento dos estabelecimentos, nomeadamente em termos de criação de regulamentos/normas para os contactos sociais com colaboradores e parceiros;
  • Implementar-se ferramentas de controlo de fluxos de caixa que dêem informação à gestão sobre eventuais défices de tesouraria;
  • Elaboração e implementação de planos financeiros/tesouraria de curto e médio prazo que minimizem os impactos negativos decorrentes do período de implementação das medidas que respondam às alterações de consumo provocadas pela pandemia COVID-19;
  • Implementação de ferramentas de cálculo do ponto crítico de vendas de forma a avaliar-se de forma permanente a tendência dos resultados da empresa;
  • Negociação e consolidação de créditos bancários;
  • Negociação, definição e implementação de planos de pagamento de dívidas;
  • Avaliação, conceção e implementação de estratégias de grupo que diminuam riscos com fornecedores;
  • Prestação de apoio jurídico adaptado às necessidades das empresas.

 

2 – Medidas para a sua adaptação aos novos comportamentos de consumo

As principais medidas de nível 2 que têm sido procuradas junto da equipa de consultores/formadores do nossoprojeto formação-ação, são:

  • Disponibilização de informação permanente sobre as medidas de apoio lançadas pelo Governo português, nomeadamente candidaturas aos fundos comunitários Portugal 2020;
  • Avaliação da necessidade de elaboração e implementação de planos de reestruturação e reciclagem de recursos humanos;
  • Elaboração e implementação de novos processos de comunicação internos e externos que respondam às restrições impostas pelo Governo português, incluindo o teletrabalho;
  • Elaboração e implementação de planos estratégicos para retoma da atividade, incluindo a avaliação de nichos de mercado e novas oportunidades de negócio, provenientes da pandemia COVID-19;
  • Elaboração de estratégias de marketing de apoio à implementação das medidas definidas para a retoma da atividade das empresas;
  • Implementação de novas formas de comercialização dos produtos, incluindo a criação de lojas online e modelo digital takeaway;
  • Ajuda permanente na atualização da informação, na adequação de procedimentos e de boas práticas que vão surgindo constantemente para mitigação do contágio do COVID-19;
  • Incluir na formação em sala os conteúdos necessários para complementar as novas medidas que forem definidas e desta forma garantir a continuidade dos objetivos mesmo após o término do projeto.

 

3 – Apoio permanente ao empresário

Para o sucesso do programa é necessário que o Empresário se sinta permanentemente apoiado.
Para esta finalidade os Consultores/Formadores da Consulset – Consultoria & Formação estarão disponíveis para sessões de esclarecimento presenciais ou em videoconferência de dúvidas relativas a estratégias e linhas de apoio concedidas pelo Governo Português.

 

EM RESUMO

1 – Informação e Comunicação

É necessário informar os negócios das medidas de apoio e fundos disponíveis para suporte dos custos.

2 – Formação

É necessário formar os empresários de forma a conseguirem fazer um plano de tesouraria e candidaturas a fundos de apoio.

3 – Tecnologia Digital
A introdução da tecnologia como canal de venda alternativo é importante para gerar cash flow e atualização dos negócios.

4 – Apoio permanente

É necessário informar os negócios das medidas de apoio e fundos disponíveis para suporte dos custos.

 

Para mais informações é favor contatar a AIRO.

 

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Poderá exercer o seu direito através dos contactos da AIRO.

Em que consiste o direito à portabilidade?
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Em que consiste o direito ao apagamento?
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