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Conselho Empresarial do Oeste
Actividade Económica
A maioria da população do Oeste com actividade económica (cerca de 72%) tinha, em 2001, entre 25 a 54 anos, enquanto a população sem actividade económica se encontrava, sobretudo, nos escalões etários acima dos 64 anos.

Da população com actividade económica, 94,4% estava empregada em 2001, encontrando-se a restante, cerca de 5,6% em situação de desemprego.

As actividades que apresentam no Oeste um maior um maior quociente de localização, são as pertencentes ao sector dos minerais não metálicos e aos sector da alimentação, bebidas e tabaco. Significa, portanto, que estas actividades têm no Oeste uma incidência maior do que a nível nacional.

Empresas por Região (%)

Lisboa e Val do Tejo

1990

1995

2000

2001

2002(*)

Oeste

3,1

3,7

4,3

4,1

3,9

Grande Lisboa

24,5

22,8

20,4

20,4

20,6

Península de Setúbal

5,4

5,4

5,5

5,6

5,7

Médio Tejo

1,8

2,2

2,4

2,4

2,4

Lezíria do Tejo

1,9

2,1

2,4

2,4

2,3

(*) A partir de 2002, o concelho de Mafra deixa de pertencer à região do Oeste.


 

Estabelecimentos por Região (%)

Lisboa e Val do Tejo

1990

1995

2000

2001

2002(*)

Oeste

3,1

3,6

4,2

4,1

3,8

Grande Lisboa

24,8

23,1

20,8

20,8

20,9

Península de Setúbal

5,7

5,8

5,7

5,8

5,9

Médio Tejo

1,9

2,2

2,4

2,4

2,4

Lezíria do Tejo

2

2,1

2,4

2,4

2,3

(*) A partir de 2002, o concelho de Mafra deixa de pertencer à região do Oeste.




A nível empresarial a região Oeste tem crescido, uma vez que o número de empresas e de estabelecimentos tiveram um aumento significativo até 2000, no entanto, verificou-se um decréscimo dessa evolução em 2002, uma vez que o concelho de Mafra deixou de pertencer à região Oeste, passando para a região da Grande Lisboa.
 
Na análise global da Região Lisboa e Val do Tejo, não existe um crescimento, mas sim diminuição do número de empresas e estabelecimentos, porque a região da Grande Lisboa tem um peso significativo RLVT e influência o comportamento da mesma.


Taxa de Entrada e Saída de Empresas por Região

Lisboa e Val do Tejo

2000

2001

2002

Tx Entrada

Tx Saída

Tx Entrada

Tx Saída

Tx Entrada

Tx Saída

Oeste

15,9

7,7

13,9

7,9

14,9

10,2

Grande Lisboa

11,5

6,9

11,1

8,2

11,5

10,8

Península de Setúbal

16,7

9,1

14,4

10,6

15,3

12,0

Médio Tejo

15,1

7,9

13,4

7,8

13,0

9,6

Lezíria do Tejo

14,9

8,6

15,8

8,9

14,5

12,1

 

Taxa de Entrada e Saída de Estabelecimentos por Região
Lisboa e Val do Tejo
2000
2001
2002
Tx Entrada
Tx Saída
Tx Entrada
Tx Saída
Tx Entrada
Tx Saída
Oeste
16,9
9,4
16,1
9,8
17,3
12,8
Grande Lisboa
13,3
9,0
14,3
10,8
14,8
14,5
Península de Setúbal
18,4
11,2
17,5
12,9
18,1
15,4
Médio Tejo
16,7
9,7
15,6
9,7
15,4
12,4
Lezíria do Tejo
16,7
10,7
18,3
11,0
16,9
14,9

Em relação à rotatividade das empresas e dos estabelecimentos, a região Oeste apresenta uma taxa de rotação de 25%, quando a RLVT tem uma taxa de 23%, o que significa que o Oeste apresenta níveis superiores de saída e entrada das empresas e dos estabelecimentos em relação à Região de Lisboa e Val do Tejo.

Como se pode verificar, as taxas de entrada desceram de 2000 para 2001, mas subiram em 2002 não ao nível verificado em 2000, em relação à taxa de saída das empresas do Oeste, esta tem aumentado, o que significa que as empresas estão a deixar a região Oeste.

Taxa de Sobrevivência de Empresas por Região

Lisboa e Val do Tejo

1999

2000

2001

2002

%

%

Oeste

1258

4,1

77,7

59,5

43,9

Grande Lisboa

5419

17,5

73,6

58,8

48,6

Península de Setúbal

1837

5,9

70,9

52,3

44,1

Médio Tejo

748

2,4

78,2

63,4

52,5

Lezíria do Tejo

845

2,7

72,7

55,7

44,7

Mais uma constatação que o tecido empresarial tem vindo a diminuir na região Oeste é o facto da taxa de sobrevivência das empresas ter vindo a diminuir significativamente, o vem reforçar o comportamento dos valores acima das taxas de saída das empresas, uma vez que estas têm aumentado, como já foi referido acima.
 
O tecido empresarial da Zona de Intervenção da AIRO é constituído essencialmente por pequenas e médias empresas (PME), possuindo em 2005 cerca de 140 associados distribuídos pelos vários sectores de actividade.

Áreas de actividade
 
O tecido empresarial da região OESTE apresentava, em 2001, um peso significativo no sector terciário, em detrimento dos outros sectores, no entanto, verificando-se ainda um pouco abaixo do registado a nível nacional.

Como se pode verificar, em relação ao sector primário apresenta um comportamento inverso, ou seja, registava-se um peso superior (2,7 vezes mais)àquele que se registava para o conjunto do país, este valores demonstram a dependência da região relativamente a este sector.


Sociedades com sede no Oeste por Sector de Actividade, 2001
Unidade Territorial
Sociedades do Sector Primário
Sociedades do Sector Secundário
Sociedades do Sector Terciário
Portugal
2,8
27,0
70,2
 Oeste
7,6
27,1
65,3
Alcobaça
6,3
36,3
57,4
Bombarral
10,4
26,0
63,6
Caldas da Rainha
4,0
23,2
72,8
Nazaré
4,0
21,5
74,5
Óbidos
9,4
30,8
59,8
Peniche
11,4
26,4
62,2
Alenquer
7,8
23,0
69,2
Arruda dos Vinhos
6,5
20,0
73,5
Cadaval
12,9
26,7
60,4
Lourinhã
17,0
25,4
57,6
Sobral de Monte Agraço
8,6
25,0
66,4
Torres Vedras
5,9
28,3
65,8
Fonte: INE
 
 
 

O Oeste tinha as suas actividades repartidas principalmente pelas industrias transformadoras, principalmente, cerâmicas/faianças, a industria de calçado e as marroquinarias ,tendo um peso de cerca 22%, nas actividades económicas da região. O comércio encontra-se na segunda posição, com 19%, principalmente no que confere ao comércio a retalho.
 
Como se pode verificar, a agricultura ainda tem uma importância significativa nas actividades da região, sendo que representa cerca de 9% das actividades desenvolvidas, tendo um peso maior que a nível nacional.